sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Famosa ladeira da Velha na Transamazônica finalmente foi rebaixada e asfaltada

Famosa ladeira da Velha na Transamazônica finalmente foi rebaixada e asfaltada
Por Joabe Reis
Fonte: Assessora de Imprensa Gestão Ambiental rodovia Transamazônica BR-230/PA Foto:Glícia Favacho
Atoleiros, lamas, poeiras e buracos, que tornavam a Ladeira da Velha, localizada na Transamazônica (BR-230) em um verdadeiro pesadelo, principalmente no período de chuvas, agora fazem parte apenas das lembranças de motoristas e moradores que transitam na Transamazônica, isto após 45 anos de sofrimento, finalmente o problema foi extinto. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) que acompanhou por meio da Gestão Ambiental da BR-230/422/PA, todos os serviços realizados, observaram as questões socioambientais, como o atendimento das demais condicionantes ambientais da licença de instalação emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), sempre procurando amenizar ao máximo os impactos.
Por vários anos a ladeira da velha trouxe transtornos aos usuários da rodovia por tratar-se de uma ladeira com acentuadas inclinações e que faz parte de uma sequencia, pois existem outras ladeiras igualmente perigosas conhecidas como ladeira da velhinha e ladeira do cantineiro que juntos formavam um dos maiores desafios no Empreendimento Rodoviário da BR-230/422/PA – O Complexo da Velha, que por muitos anos dificultou a passagem de veículos principalmente no período chuvoso, conhecido como inverno amazônico, e que nos últimos anos provocou vários acidentes.
As obras no trecho Pacajá/Anapu começaram em fevereiro deste ano, com serviços de terraplanagem, levantamentos topográficos, perfurações para etapas de detonações, entre outros. A ladeira original foi rebaixada em cerca de 30 metros e se estende por 4,04 km até a ladeira do Cantineiro, e já se encontram concluídos também 1,92 km de via pavimentada e sinalizada até a ladeira Djó, a sinalização horizontal já está concluída, devendo a sinalização vertical ficar pronta até dezembro.
O complexo terá a implantação de defensas metálicas para a proteção dos usuários, e também para melhor visibilidade, serão implantados em todo o trecho, tachas refletivas. 

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Transamazônica completa 45 anos, mas é preciso cuidado redobrado ao trafegar pela rodovia

Por Joabe Reis
Com colaboração e pesquisa de Cirineu Santos
Os Motoristas que pretendem passar pela rodovia Transamazônica (BR-230) nos próximos meses precisarão redobrar a atenção. A Rodovia federal que corta a Amazônia brasileira completou 45 anos em outubro, mas ainda não é asfaltada na sua totalidade. 
A coordenadora setorial da Gestão Ambiental Fabrícia Custódio, alerta sobre a poeira e as pontes, bem como máquinas e operários em atividade na rodovia. “A supervisão ambiental da Gestão Ambiental está fazendo o acompanhamento das obras na Rodovia Transamazônica entre Marabá e Rurópolis. Diante disso, temos homens trabalhando. A poeira em alguns trechos e em alguns lugares risco maior é em áreas de pontes, porque o seguimento de asfalto termina 100 metros antes das pontes, e, pode acabar pegando o condutor desprevenido. É importante que as pessoas que estão transitando na Transamazônica tenha atenção e respeitem sempre a sinalização, isso evita acidentes e acaba evitando muitos transtornos. Cabe ter bastante cuidado, principalmente as pessoas que não conhecem a Rodovia. Os cuidados devem ser redobrados”, disse.
 
Segundo o DNIT quatro pontos específicos precisam de redobrada atenção neste período, o trecho entre Itupiranga e Novo Repartimento; Uruará e Placas, Pacajá e Anapu e o trecho entre Placas e Rurópolis. 
 
Rodovia Transamazônica, quatro décadas e meia de história
O dia 9 de outubro de 2015 marcou os 45 anos do início da construção da Transamazônica (BR230). A rodovia começou a ser implantada ainda em 1970, no governo do general Emílio Garrastazu Médici. Dois anos depois, ela foi inaugurada. 
 
A estrada corta sete estados brasileiros. Começa em Cabedelo, na Paraíba, e termina em Benjamim Constant, no Amazonas. O projeto do governo militar era integrar o Brasil por meio de rodovias.  
 
O trecho Marabá e Altamira é o trecho que está em melhor estado da rodovia agora. Justamente por ser uma via de acesso ao canteiro de obras da usina de Belo Monte em Altamira. E mesmo neste trecho, que já está predominantemente asfaltado, a gente ainda tem aquelas pontes antigas de madeira. Umas delas quebradas. Novamente as pessoas paradas tendo que atravessar pelo Igarapé. 
 
O diretor de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Garcia, disse que durante este período de mais de quatro décadas, muita coisa já foi feita, mas explicou que o país viveu uma mudança de filosofia. Se antes a ideia era ocupar a Amazônia, agora o ponto central é a construção de uma rodovia ecologicamente sustentável. “Muita legislação foi criada da parte ambiental; áreas de preservação permanentes, terras indígenas foram demarcadas, foram preservadas. Antigamente, o que era símbolo de desenvolvimento que era um trator V8 derrubando uma árvore, uma castanheira, hoje é um crime. Hoje para abrirmos uma estrada temos que ouvir os órgãos, Ibama, Funai, ICMBio, enfim”, disse. 
 
De acordo com informações do DNIT, pouco mais de 600 quilômetros da Transamazônica estão sendo pavimentados no Pará. O departamento afirma que o trecho em obras vai possibilitar a interligação de Itaituba com a BR 163, a famosa Cuiabá – Santarém, por onde trafegam, segundo o órgão, mais de 1.500 bitrens por dia no transporte da soja produzida no Mato Grosso que avança para o sul do Pará. A integração vai até Marabá, no Leste do estado, considerada uma região mais desenvolvida. No Amazonas, estão sendo realizados estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental para pavimentação até o município de Benjamin Constant. 
 
A Transamazônica - No dia 6 de junho de 1970, o general Emílio Garrastazu Médici, depois de visitar frentes de trabalho e testemunhar uma das secas mais devastadoras da história do Nordeste brasileiro, fez um discurso no Recife. “Com o velho hábito de comandante de tropa que vela pelo seu último soldado, o chefe da nação não pode compreender a existência de compatriotas vivendo em condições tão precárias”, registrou o presidente da República. “Não, não me conformo. Isso não pode continuar.”
Médici vislumbrou ali a solução para o flagelo da seca. Para usar uma frase que ficou famosa na época, o jeito era levar “homens sem terra para uma terra sem homens”. 
 
O caminho de um lugar a outro se chamaria Transamazônica. Dez dias depois da fala presidencial em Pernambuco, foi criado o Plano de Integração Nacional (PIN), no qual a Transamazônica era o projeto prioritário. A concorrência foi lançada no dia 18 de junho e as obras começaram em 1º de setembro, menos de 3 meses após o comício. A Superintendência de desenvolvimento da Amazônia (Sudam) fez uma lista dos principais projetos de construção de estradas em 1969. No documento, não havia menção à Transamazônica. Para conseguir dinheiro para a obra, Médici raspou metade do orçamento da Sudam e da Sudene. 
 
O governo queria instalar na floresta 500 mil colonos (e esperava-se outro meio milhão de pessoas, que seriam atraídas para a região). Assentar essa multidão ao longo da estrada gerou uma das grandes ficções urbanísticas do Brasil. Os colonos ficariam em agrovilas, implantadas a cada 10 km da via. Os planejadores imaginavam que cada uma teria entre 48 e 64 casas, escola primária, capela ecumênica, armazém, clínica e farmácia. Havia até tamanho definido para cada terreno (de 20 x 80 m a 25 x 125 m). Além disso, cada família teria uma gleba de 100 hectares, na qual teriam de deixar metade do terreno preservado. A cada 50 km, haveria uma agrópole, que teria 4 agrovilas sob sua jurisdição (cada agrópole teria 500 casas e no máximo 2,5 mil habitantes). Ali funcionariam uma escola secundária, olaria e pequeno comércio – claro, com um posto de gasolina. Por fim, a cada 150 km haveria uma rurópole, com duas agrópoles em sua jurisdição. Hoje, existem apenas 20 agrovilas espalhadas pela Transamazônica.
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) só conseguiu dar lotes e infraestrutura a 900 famílias. Segundo Pedro Petit, professor da Universidade Federal do Pará (Ufpa), a propaganda do governo “favoreceu a vinda para a Amazônia, sem nenhuma ajuda oficial, de milhares de camponeses sem terra e minifundistas de diversas regiões do Brasil”.
Sem nem chegar perto do que havia sido planejado, a Transamazônica foi inaugurada por Médici em agosto de 1974. Em sua extensão, havia menos de 10% dos colonos imaginados.  
 
O marco da inauguração da estrada é um retrato de seu projeto. Sobre o toco de uma grande árvore centenária, em Altamira, no Pará, uma placa de metal dá a notícia do que se fez ali: “Nestas margens do Xingu, em plena selva amazônica, o sr. Presidente da República dá início à construção da Transamazônica, numa arrancada histórica para a conquista e colonização deste gigantesco mundo verde”.
Pelo menos 4 mil operários trabalharam na construção da estrada. E enfrentaram uma dura realidade: solo miserável, chuvas torrenciais e doenças tropicais. 
 
A estrada, entregue em tempo recorde, segue inacabada até hoje. De acordo com o plano original, ela seria um grande escoadouro da produção brasileira para o Pacífico. De Cabedelo, na Paraíba, o estradão iria até a cidade de fronteira de Benjamin Constant, no Amazonas (e de lá, pelo Peru e Equador, até o Pacífico). Mas seu ponto final foi em Lábrea, 687 km antes. Não há planos de expansão.
Para construir os 4.073 km da Transamazônica, o governo gastou 1,5 bilhão de dólares na época (hoje 7,7 bilhões de dólares). A obra foi quase toda em mata fechada. Mais da metade da estrada, 2,2 mil km, não é asfaltada.
Durante o período de chuva, de 6 meses, é quase impossível transitar pela rodovia. A maior parte da via não tem sinalização e iluminação. A partir de Marabá, no Pará, quando começa o trecho de floresta, surgem os problemas. No Amazonas, dos 1,5 mil km de estrada, só 14 km são asfaltados.
O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vai gastar este ano, nos 1,56 mil km do trecho da estrada no Pará (metade deles pavimentado), 700 milhões de reais. 
Cidade de Uruará às margens da Transamazônica, no centro da Amazônia 
Milhares de Famílias vivem as margens da Transamazônica, muitas das vezes confundidos com índios pelos povos do sul e sudeste providos de uma ignorância flagrancial de sua falta de conhecimento sobre o povo trabalhador que na Amazônia vive. A pavimentação de tal rodovia é de fundamental importância e indispensável a estas famílias e ao país, sendo esta região de riquezas incalculáveis, o que é suficiente para refutar todo e qualquer discurso contrário, principalmente os influenciados por pensamentos europeus e norte-americanos, sem conhecimento presencial da realidade dos povos que na Amazônia habita (inclusive às margens da Transamazônica), seres humanos que merecem respeito e precisam sim de políticas públicas eficazes que condicionem a melhoria da qualidade de vida. 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Família fica desalojada após incêndio consumir casa em Medicilândia

Por Joabe Reis
Com informações de Felype Adms do SBT de Altamira
Uma tragédia deixou família humilde sem teto após incêndio consumir a residência onde moravam na cidade de Medicilândia (PA). A fatalidade aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 04, quando o fogo começou em uma casa de madeira que fica em numa área de “Baixão” na cidade de Medicilândia a 90km da cidade de Uruará, no Sudoeste do Pará.
Segundo informações, as chamas começaram numa casa abandonada e terminou atingindo a residência do casal, Carlos Augusto, 34 anos, e Maifran Santos, de 31. Carlos Augusto e a esposa ainda salvaram alguns documentos e uma motocicleta, mas logo em seguida as chamas consumiram todos os pertences da família. A casa de dois andares caiu ao ser consumida pelo fogo que só foi controlado por volta das 5h da manhã.
Carlos Augusto é carpinteiro e tem renda mensal em torno de um salário mínimo, a família pede ajuda para recomeçar a comprar móveis e vestuário, por enquanto eles ficam na casa de amigos, até conseguir construir uma nova moradia.
As causas do incêndio são desconhecidas.
CONTATOS COM A FAMÍLIA Carlos Augusto (93) 99155-4974 Manoela Lima (cunhada) (93) 99123-6460.

Furtados por menores, eletrodomésticos e Moto são recuperados pela polícia em Uruará

Por Joabe Reis
Na noite desta terça-feira, 03, a polícia encontrou no interior de uma residência num Bairro da zona sul da cidade de Uruará, vários objetos e uma motocicleta pop 100, furtados. Na residência foram encontrados dois menores com idade de 16 e 17 anos.
Os objetos, TV, botijão de gás, ventilador e capacete, haviam sido furtados de uma residência do mesmo bairro quando o morador da casa não estava na casa, furto ocorrido na noite do dia 30 de outubro de 2015. A polícia descobriu o esconderijo dos objetos após a vítima chamar a polícia quando percebeu que os menores tentavam entrar na sua residência durante a noite desta terça-feira, 03.
Ao pesquisar no sistema Infoseg a polícia civil constatou que a moto pop 100 na cor preta ano 2014 Chassi 9C2HB0210ER018063, é roubada/furtada e é do município de Medicilândia. O veículo está recolhido no pátio da delegacia de polícia civil do município a espera do dono.
Os dois menores foram conduzidos para o conselho tutelar para as devidas providências.
O dono dos objetos compareceu na delegacia na manhã desta quarta-feira para reaver seus pertences e registrar o Boletim de Ocorrência.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Família encontra corpo de homem que se afogou na Lagoa do Rodolfo, município de Uruará


No início da tarde desta segunda-feira, 02, a família conseguiu encontrar o corpo do morador da Vila dos Migrantes, km 175, zona rural do município, Atevaldo Rodrigues Rocha, conhecido como Cansado, 46 anos, ele havia desaparecido neste domingo, 01, por volta das 16 horas, quando foi visto pela última vez na Lagoa do Rodolfo, ponto de banho que fica na margem norte da Rodovia Transamazônica a 4 quilômetros do centro da cidade de Uruará, sentido Uruará/Altamira, próximo a Vila dos Migrantes.
Vítima de afogamento, Atevaldo deixa seis filhos já crescidos. A família contou com a ajuda de amigos para encontrá-lo dentro da Lagoa.
O corpo de Atevaldo está sendo velado na igreja católica da Vila Os Migrantes e o sepultamento ocorrerá por volta das 16 horas desta terça-feira, 03.
Nossas condolências a família enlutada.

Milhares de pessoas visitam o Cemitério Municipal de Uruará

Nesta segunda-feira, 2 de novembro, Feriado católico do Dia de Finados, milhares de pessoas foram ao Cemitério Municipal de Uruará. 
A visitação começou logo no início da manhã com familiares acendendo velas e colocando flores nos túmulos dos entes queridos que jazem ali. Muitos túmulos dos pioneiros do município foram bastante visitados.
Durante a visitação no Cemitério um grupo de jovens da Igreja Adventista do 7º Dia distribuiu água aos visitantes acompanhado de um panfleto com mensagem bíblica.
“Com a preocupação de melhorar o sofrimento das pessoas que perderam entes queridos. E hoje nós estamos aqui distribuindo água gratuitamente e também estamos distribuindo uma mensagem de conforto a essas pessoas”, disse a coordenadora do grupo de Jovens da Igreja Adventista do 7º Dia, Eni Alves de Oliveira.
Nesse 2 de novembro de 2015 pode ser observado um número maior de pessoas visitando o Cemitério em relação aos anos anteriores.

O Feriado - O Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia de Finados, é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.
Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de ClunySanto Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos.
Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Com atuação fenomenal de Alciéty Futsal Feminino da Melvin Jones é campeão do JEU

Por Joabe Reis

Habilidade e coletividade num entrosamento campeão. Foi o que apresentou a equipe de futsal feminino da Escola Melvin Jones na categoria juvenil (15 a 17 anos) durante os Jogos Estudantis de Uruará (JEU) 2015. Belas atuações da equipe que conquistou o título de campeão da categoria ao derrotar na final a equipe da Escola José Bonifácio pelo placar de Melvin Jones 7 x 0 José Bonifácio. 
Alciéty segurando o troféu de campeã
Destaque para a atuação fenomenal da jogadora Alciéty Santos, 17 anos, aluna do 3º ano do ensino médio, que deu uma aula de futebol ao fazer 6 gols na final sendo um dos gols de calcanhar, a atleta esbanjou categoria e habilidade, demonstrando liderança ao estar o tempo todo orientando as companheiras a como se comportarem no posicionamento em quadra. O outro gol da partida foi marcado pela jogadora Débora Mendes.

Para chegar a final a 
Melvin Jones já havia vencido o IEU por 6 a 0, na noite desta quinta-feira, 29, quando Alciéty marcou 3 gols.
A final aconteceu na tarde desta sexta-feira, 30, no Ginásio Poliesportivo Eduardo Nicoline, onde ocorreram todas as partidas disputadas no JEU que teve início na segunda-feira, 26, e se encerrando nesta sexta-feira, 30.
Além de Alciéty fizeram parte também da equipe campeã as atletas: Jaqueline, Débora, Larissa, Luany, Karina, Hellen, Alice, Karolini e Jéssika.
Outros destaques da equipe foram a goleira, Jaqueline que demonstrou segurança embaixo da trave e a jogadora Jéssika que atuou com a camisa 9 e mostrou ter intimidade com a bola. Mas todas as atletas mostraram grande potencial coletivo e individual.
O time foi comandado pela professora Daiane com o auxílio do professor Alex.

Parabéns a equipe campeã, Melvin Jones e parabéns também a equipe da escola José Bonifácio que lutou bravamente durante todo o tempo de jogo.

Novembro terá 4 julgamentos no Tribunal do Júri

Uruará: Novembro terá 4 julgamentos no Tribunal do Júri
Por Joabe Reis
Júri popular colocará no banco dos réus 5 presos da justiça no Tribunal do Júri da Comarca de Uruará. Serão julgados 3 casos de homicídio e uma tentativa de homicídio.
                Fábio Lima Rodrigues e Cleone Cruz da Silva
O primeiro júri acontecerá no dia 16 de novembro, serão julgados os presos, Fábio Lima Rodrigues e Cleone Cruz da Silva, eles são acusados da morte de Rafael Leite de Lima, crime cometido no Bairro Mini Indústria no dia 28 de junho de 2014.
           Eleilson Gomes da Silva 
No dia 18 de Novembro sentará no banco dos réus o acusado Eleilson Gomes da Silva, será julgado pelo crime de tentativa de homicídio cometida contra um empresário do ramo da Cerâmica, ocorrido no dia 4 de novembro de 2013.
           Francisco José Sousa do Nascimento
No dia 19 de novembro irá a júri popular, Francisco José Sousa do Nascimento, acusado de homicídio que teve como vítima Cássio Fernandes Gomes, crime ocorrido no km 190 em 15 de junho de 2014.
           Hemerson de Souza Silva
O caso de maior repercussão será julgado no dia 30 de novembro, quando estará acontecendo a semana nacional da Maria da Penha com o Mutirão Maria da Penha. Sentará no banco dos réus o assassino, Hemerson de Souza Silva, que matou a facadas a esposa Madalena Nascimento da Silva, crime ocorrido no interior da residência do casal na Rua 13 de Maio, região oeste da cidade de Uruará, no dia 11 de novembro de 2013. O caso foi escolhido para ser julgado na semana nacional da Maria da Penha em razão de envolver violência doméstica. Hemerson não aceitava a separação e matou a facadas a esposa. Após assassiná-la ele se feriu no peito e em seguida colocou a faca na mão de Madalena. Hemerson já havia sido detido na semana anterior ao crime por ter agredido a vítima, mas Madalena acabou retirando a queixa pondo o marido violento em liberdade culminando na morte dela.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Pai de família afugenta assaltantes em tentativa de assalto na região central de Uruará

Pai de família afugenta assaltantes em tentativa de assalto na região central de Uruará
Por Joabe Reis
Assaltantes tentaram roubar moto de um pai de família, mas foram impedidos pela reação da vítima.
O fato ocorreu na noite desta quarta-feira, 28 de outubro, na região central da cidade de Uruará. O trabalhador e pai de família, Felizardo Raimundo de Araujo, seguia em sua motocicleta indo para o trabalho quando precisou parar o veículo para atender uma ligação de seu filho, num local sem iluminação pública a 200 metros de sua residência quando dois elementos em uma moto bis aparentemente armados o abordaram e deram ordem para ele entregar a moto e o celular ao mesmo tempo em que apontavam um objeto semelhante a uma pistola chegando a encostar no seu rosto. Pai de família reagiu bateu com uma mão na arma e com a outra mão socou o rosto do bandido, o que provocou a queda da dupla no chão, foi quando o pai de família se apossou do objeto e notou que não era uma arma de verdade. Temendo o pior os assaltantes fugiram do local em disparada deixando para trás a moto biz e até as sandálias.
Eu ia para o meu trabalho quando eu fui atender uma ligação do meu filho, quando eu estava falando com ele veio uma moto com dois rapaz, eles encostaram em mim e disseram que não era para eu reagir porque Ra um assalto, se você reagir você vai morrer. Quando ele empurrou aquele troço na minha cara aí eu reagi, eu achei que era uma pistola. Eu dei uma mãozada que aquele troço voou longe, e quando o troço caiu eu dei uma mãozada nele e ele caiu. Eu peguei o troço e vi que não era uma arma. Os dois saíram correndo deixando tudo para trás”, contou Felizardo.
Na manhã desta quinta-feira, Felizardo esteve na Delegacia de Polícia Civil do município para registra o Boletim de Ocorrência por tentativa de assalto. Os investigadores José Tadeu e Eládio Cruz ao saber do fato foram até a casa da vítima onde a moto biz estava guardada e fizeram o recolhimento do veículo para o pátio da delegacia assim como o objeto semelhante a uma arma.
Embora neste caso a vítima tenha logrado êxito, reagir a um assalto nunca é recomendado.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A Leitura Não Pode Ser Esquecida

Ler é Fundamental
Por Joabe Reis
Escritor Paraense Joabe Reis
Vivemos a era da tecnologia. O Mundo Digital e suas facilidades. O cidadão do futuro inicia desde muito pequeno a sua vida tecnológica, tecnologia esta que já participa da nova vida que vem ao mundo desde o ventre materno, quando já é possível ver numa tela de computador o bebê em formação.

As facilidades que o Mundo Digital proporciona com fabulosas tecnologias entrega aos humanos da formidável era, muitas vezes em tempo real, os passos  monitorados que a sociedade e planeta dá, seja no visor do celular, no tablete, notebook, computador, entre outros meios que certamente existem, mas que no momento não é possível ser lembrado, ocupando o tempo da vida de cada um e usurpando os momentos reais que poderiam ser protagonizados, não fosse a tecnologia tão sedutora e presente, como construir uma casinha no fundo do quintal ou fabricando um carrinho artesanal e brincar com os filhos, ou ler um livro em matéria física real (impresso).

Por falar em livro, aqui quero lembrar o que especialistas e estudiosos tem dito, a leitura é fundamental para o conhecimento/aprendizagem e formação do ser humano, contribuindo com a construção de rico vocabulário e instigando a criatividade, principalmente nas crianças, e dinamizando raciocínio e interpretação. Sem haver sombra de dúvida a leitura é fundamental e imprescindível ao desenvolvimento sociocultural existencial do ser humano. Ter em mão um bom livro é importante.
Os livros de autoria do escritor Joabe Reis
Sou escritor, autor de 3 livros até o momento, os quais indico como leitura saudável podendo ser apreciada por toda a família. Livros estes com os títulos: UM LOUCO DESEJO ( Romance-2004) DESERTO DA ALMA (Romance-2014) e JARDIM DE ROSAS BRANCAS (Poesia-2015).

Para adquirir o exemplar dos livros apresentados entre em contato com o autor pelo (93) 991872751 WatsApp do Escritor Joabe Reis, ou acesse o site da livraria da editora Kiron http://livraria.editorakiron.com.br/jardim-de-rosas-brancas-pra-quem-ama-amor.html Para adquirir o livro de poesias ou http://livraria.editorakiron.com.br/deserto-da-alma.html Para adquirir o Romance, ambom nas versões impressa e digital. 
E-mail para contato com o autor: reis_joabe@hotmail.com Facebook: https://www.facebook.com/joabe.reis.5

Adicione a leitura no seu dia-a-dia, estimule a leitura nos seus filhos se você é pai ou mãe, e assim contribua na construção de um mundo melhor.

Clínica é assaltada em Uruará

Por Joabe Reis
O assalto aconteceu no horário do almoço. De acordo com informações levantadas pela reportagem junto a polícia, por volta das 12 horas e 30 minutos um elemento armado com um revolver entrou na clínica (Hospital Particular) localizada na zona oeste da cidade, rendeu o médico e uma enfermeira querendo dinheiro, como o caixa estava fechado o bandido levou apenas o celular da enfermeira.
Ainda segundo as informações, o elemento estava numa pop 100 na cor preta, de short na cor verde e uma camiseta na cor rosa, usava um boné e estava de cara limpa. Após cometer o assalto fugiu tomando um rumo ignorado.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

CONQUISTA: TRABALHO E DESCONTRAÇÃO

Prefeito de Uruará será ouvido pela Polícia Federal em Altamira

Joabe Reis
Na próxima quinta-feira, 29 de outubro, o prefeito do município de Uruará deverá comparecer a delegacia de Polícia Federal em Altamira quando será ouvido pela polícia. A informação consta em documento de ofício emitido pela Delegacia de Polícia Federal em Altamira ao qual nossa reportagem teve acesso. De acordo com o disposto no ofício é solicitado o comparecimento do prefeito municipal de Uruará, do secretário de educação e de mais 13 servidores. No ofício assinado pela Delegada Federal Daniella Soares de Araujo Gomes solicita que seja informado o motivo da redução salarial destes servidores e apresente os comprovantes de recolhimento das contribuições previdenciárias ao INSS dos servidores da rede pública de educação do município de Uruará, no período entre janeiro de 2013 a agosto de 2014.
A oitiva do prefeito está marcada para acontecer às 11 horas do dia 29 de outubro de 2015. As oitivas, de prefeito, secretário e servidores visam instruir os autos do inquérito policial número 0224/2015-4 instaurado pela Polícia Federal em Altamira.

Demissão sem justa causa deixa população sem médica em Uruará

Por Joabe Reis
                                            Doutora Renata em momento de atuação
Demitida pela Secretaria Municipal de Saúde de Uruará na última quarta-feira, dia 21 de outubro, a médica Renata Oliveira Alves. Dra Renata, como é conhecida atuava no Município desde 2010, quando foi contratada na gestão do Governo Eraldo Pimenta. Em janeiro próximo a médica completaria seis anos de serviço público prestados em Uruará. Dra. Renata é médica clínica geral e especialista em dermatologia. Além de atender no Hospital Municipal de Uruará, prestou serviços em outros setores da saúde. Os dois últimos anos a médica atou no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Mães desesperadas, pacientes revoltados, indagam onde vai parar a saúde do Município de Uruará com a atual gestão Municipal? Pois, Dra Renata é muito querida pela população. A título de informação em fevereiro de 2014, a saúde em Uruará já havia ficado desfalcada quando a Secretaria de Saúde da atual gestão demitiu o Dr. Kamom.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Fogo segue oferecendo perigo em Uruará

Fogo segue oferecendo perigo em Uruará
Por Joabe Reis
Na tarde desta segunda-feira, 26, por volta das 12 horas, um indivíduo de identidade desconhecida ateou fogo numa área de pastagem na margem sul do ramal das chácaras, próximo ao Bairro Mini Industria, na zona sul da cidade de Uruará.
As chamas rapidamente consumiram o pasto e avançou em direção a casas do referido Bairro. Cerca de 100 pés de cacau que haviam numa data (pequeno terreno) foram devorados pelo fogo. As chamas deixaram moradores apavorados com medo de perder suas casas para o fogo.
O município de Uruará, apesar da grande necessidade urgente, ainda não tem uma unidade do corpo de bombeiros. E até o fechamento dessa matéria nenhum carro pipa do município havia comparecido no local para combater o fogo a fim de evitar que pelo menos 4 casas sejam queimadas.
Casas ameaçadas pelas chamas.